MCLC

MOVIMENTO CIVICO PELA LINHA DO CORGO

APRESENTAÇÃO

Quem somos ?

O MCLC – Movimento Civico pela Linha do Corgo, é um grupo de cidadãos nacionais e estrangeiros que se juntou á volta das preocupações que surgiram desde 1990 sobre a preservação, manutenção e reabertura da Linha do Corgo. A urgencia da criação deste Movimento tornou-se ainda mais evidente quando o troço Regua-Vila Real foi subitamente encerrado a 25 de Março de 2009, decisão a qual o Ministerio das Obras Publicas, Transportes e Comunicações deixou deliberadamente arrastar-se, com o repetido e repetitivo intuito de exterminar o caminho de ferro de Tras-os-Montes e Alto Douro.

Missão do MCLC

  1. Promover a divulgação nacional e internacional da Linha do Corgo;
  2. Promover a vivencia da Linha do Corgo, através de eventos e actividades de vários tipos;
  3. Elaborar estudos e inqueritos que promovam a melhoria a melhoria dos serviços existentes e a criação de novos serviços, comerciais ou meramente sociais;
  4. Promover a utilização sustentável do transporte ferrrovario para passageiros e meercadorias no eixo Noroeste de Tras-os-Montes , em articulação com os demais meios de transporte existentes e a criar;
  5. Promover o turismo ferroviario aproveitando o potencial paisagistico e humano da região;
  6. Preservar a memória e a vivência ferroviárias.
  7. 

Subscrevemos

  1. A reabertura do troço Regua-Vila Real no decurso do ano de 2011, tal como prometido á populações, com material de via e sua instalação melhor que a anteriormente existente, permitindo patamares de velocidade e níveis de conforto maisl elevados;
  2. A reabertura do troço entre a estação de Vila Real e o PK 25,700 imediatamente  no decurso da reabertura acima mencionada, para a construção de um apeadeiro que sirva o centro comercial próximo, rentabilizando assim o investimento na via;
  3. A reabertura do troço Vila Real-Chaves, com material de via e respectiva instalação que se coadune com a passagem de comboios de mercadorias, procedendo a correcções de traçado onde tal se verifique necessário, de modo a permitir patamares de velocidade e níveis de conforto mais elevados que aqueles anteriormente existentes;
  4. A reintrodução do transporte de mercadorias, numa lógica regional, nacional e internacional, catalisando a localização da Plataforma Logística de Chaves, as fontes termais da região e a extracção de granitos e mármores de Vila Pouca de Aguiar, bem como outros recursos endógenos da região;
  5. A renovação da frota comercial existente, com comboios que disponham de WC e outras facilidades não existentes na actual frota da serie 9500;
  6. A oferta de níveis ed conforto adequados nas salas de espera de todas as estações;
  7. A adequação dos horários ás necessidades de mobilidade das populações, em articulação com a ligação á Linha do Douro e ás várias carreiras de autocarro que se cruzem com a s estações da Linha do Corgo;
  8. A criação de serviços turísticos com carácter permanente;
  9. Apoiar o estudo de interligação da Linha do Corgo a outras linhas ferroviárias, da região ou transfronteiriças.
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